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Sem Título-1

ALCIDES SANTOS,
FUNDADOR DO FORTALEZA

Falar das origens do Fortaleza Esporte Clube passa necessariamente por falar do maior desportista cearense de todos os tempos: Alcides de Castro Santos.

Em 1912, ele fundou um clube também chamado Fortaleza, que posteriormente veio a ter suas atividades encerradas. A seguir, participou da fundação do Stella Foot-Ball Club, em 1915. Stella era o nome de um colégio suíço onde estudavam os filhos de alguns nobres representantes da alta sociedade de Fortaleza.

Este clube teve estreita ligação com o Fortaleza Esporte Clube, principalmente pela presença de Alcides Santos na formação dos dois, tendo o Fortaleza sido fundado em 18/10/1918. Como grande desportista, também estimulou e participou da fundação dos clubes, como Riachuelo, Tabajara e Maranguape, todos antes de 1918. Esteve ligado ao Fortaleza Esporte Clube em seus primeiros 20 anos de história.

Alcides Santos nasceu em 04/11/1889, filho do político e professor Agapito dos Santos. Estudou na Europa de onde trouxe a paixão pelo esporte bretão. Foi próspero comerciante, sendo sócio e fundador de diversas empresas cearenses, além de primeiro representante da Ford Company no Brasil.

Foi fundador da Sociedade Cearense de Filatelia e Numismática. Comprou e doou ao Fortaleza o campo do Alagadiço (próximo de onde hoje é a Igreja de São Gerardo, na cidade de Fortaleza), além de construir o Campo do Prado (onde se situa a Escola Técnica Federal – atualmente IFCE) e doá-lo à ADC (Associação Desportiva Cearense, fundada em 23/03/1920, sob sua liderança).

Trouxe o primeiro atleta de fora do estado para jogar oficialmente em Fortaleza – Nelsindo em 1919. Além disso, foi atleta de remo do Flamengo, quando sua família morou no Rio de Janeiro, acompanhando seu pai, à época deputado federal.

No que se refere ao Fortaleza Esporte Clube, podemos citar, entre seus fundadores, o próprio Alcides Santos (o primeiro presidente do clube), Oscar Loureiro, João Gentil, Pedro Riquet, Walter Olsen, Walter Barroso, Clóvis Moura, Jayme Albuquerque e Clóvis Gaspar, dentre outros.

Stella Football Clube

O Stella Foot-Ball Club foi um clube de futebol, fundado em 30 de maio de 1915, por Alcides Santos. O nome foi inspirado no colégio suíço onde os filhos de alguns representantes da alta sociedade de Fortaleza estudavam. Também por causa de seu nome, o escudo do clube era uma estrela (stella) vermelha. O clube acabou sendo extinto nos fins dos anos 20.

O Stella teve certa ligação com o Fortaleza Sporting Club – antiga denominação do Fortaleza Esporte Clube até a Segunda Guerra Mundial, mudada por decreto governamental nos anos 1940 – já que Alcides Santos também foi o fundador deste último. Cumpre esclarecer, portanto, que se trata de duas agremiações esportivas diferentes e independentes, ainda que, por vezes, a primeira seja considerada inspiradora da segunda.

Fortaleza Esporte Clube

Falar das origens do Fortaleza Esporte Clube passa necessariamente por falar do maior desportista cearense de todos os tempos: Alcides de Castro Santos. Primeiramente, ele fundou em 1912 um clube também chamado Fortaleza, que posteriormente veio a ter suas atividades encerradas.

A seguir, participou da fundação do Stella Foot-Ball Club, em 1915 (Stella era o nome de um colégio suíço onde estudavam os filhos de alguns nobres representantes da alta sociedade de Fortaleza). Este clube teve estreita ligação com o Fortaleza Esporte Clube (FEC), principalmente pela presença de Alcides Santos na formação dos dois, tendo o Fortaleza sido fundado em 18/10/1918. Como grande desportista que era, também estimulou e participou da fundação de Riachuelo, Tabajara e Maranguape, todos antes de 1918. Esteve ligado ao Fortaleza EC em seus primeiros 20 anos de história.

O clube possui o Estádio Alcides Santos, maior estádio particular cearense, também chamado de Parque dos Campeonatos, e o Centro de Treinamento Ribamar Bezerra, em Maracanaú, com 90 mil metros quadrados.

Dono da maior torcida do estado do Ceará – dentre todos os clubes brasileiros – desde o começo da década de 1970, quando o clube já levava os maiores públicos para os estádios cearenses, comprovando o crescimento de sua torcida após as conquistas de inúmeros títulos. A afirmação de o Fortaleza ter a maior torcida do estado foi comprovada pelos institutos de pesquisa IBOPE, em 2001, Datafolha, e Jornal Lance, contando assim com a quarta torcida do Nordeste e a décima sexta do Brasil. O clube tricolor também tem números expressivos de seus torcedores no Amazonas, no Distrito Federal, no Pará, no Piauí, no Rio Grande do Norte e em Roraima, onde o clube possui embaixadas desde 2005 e a maior torcida organizada de Boa Vista.

Cronologia
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  • 1926
  • 1924
  • 1923
  • 1921
  • 1920
  • 1918
  • Após anos de sofrimento, o Fortaleza conseguiu colocar um ponto final em sua participação na Série C. A classificação na primeira fase não veio com a facilidade de outros anos, mas com uma equipe aguerrida, o Leão conseguiu bater o Tupi/MG nas quartas-de-final. Vitória por 2 a 0 na Arena Castelão e derrota por 1 a 0 nas Minas Gerais. Após o acesso, o Tricolor ainda bateu o Sampaio Corrêa nas semifinais e disputou a final contra o CSA/AL, terminando com o vice-campeonato.

  • Em 2015, após mudança na diretoria executiva, agora sob o comando do presidente Jorge Mota e diretor de futebol, Marcelo Paz, o Fortaleza foi Campeão Cearense de Futebol, evitando o pentacampeonato do maior rival e voltando a subir ao pódio depois de quatro anos. No 1º jogo das finais, o Leão venceu o Ceará por 2 a 1 e empatou o 2º confronto em 2 a 2, com gol de Cassiano no último minuto de jogo. Na Copa do Nordeste, o Leão foi eliminado nas quartas de final da competição, nos pênaltis, para o Sport, único time nordestino participante da Série A do Brasileiro naquele ano.

  • Novamente enfrentando o favoritismo do rival, o Fortaleza superou os altos e baixos e conquistou o inédito Tetracampeonato. No primeiro jogo, vitória merecida por 1 a 0, com gol de Paulo Isidoro, de cobertura. No segundo jogo, vitória do rival por 2 a 1. Nas cobranças de pênaltis, consagração do goleiro Fabiano. O arqueiro Tricolor pegou duas penalidades e o Fortaleza venceu por 3 a 1, conquistando o seu quarto campeonato seguido.

  • Apostando na categoria de base contra o favoritismo do Ceará, o Fortaleza superou as desconfianças e conquistou mais um Tricampeonato na sua vasta história de glórias e tradição. No primeiro jogo, vitória por 2 a 1, com gols de Wanderley e Guto. No segundo e decisivo jogo, empate em 1 a 1, com gol de Marcelo Nicácio e brilhante atuação do goleiro Douglas, que segurou o resultado nos minutos finais.

  • Liderado por Paulo Isidoro, o Tricolor conquistou o Bicampeonato ao vencer novamente o Icasa no estádio Castelão. A partida terminou em 4×2, com gols de Taílson, Paulo Isidoro, Osvaldo e Rômulo. Mais de 40 mil pagantes compareceram a partida.

  • Sob presidência de Marcello Desidério, o Fortaleza conquistou o campeonato ao vencer o Icasa por 1×0, gol de Rinaldo. O público da final é recorde entre um time da capital e outro do interior: 55 mil pagantes.

  • Com a vaga na primeira divisão garantida, o Fortaleza sofreu no Campeonato Cearense, mas conseguiu o título na partida decisiva graças a vitória por 1×0 tanto no tempo normal quanto na prorrogação. Os gols foram de Clodoaldo. Com a conquista de 2004 garantida, o Tricolor se sagrava Tricampeão estadual. No Brasileirão, o Tricolor fez uma de suas maiores campanhas na competição sob liderança de jogadores como Bosco, Amaral, Angelim, Erandir, Lúcio e Rinaldo.

  • Fortaleza venceu o Ceará no primeiro turno pelos placares de 0x0 e 4×2. No segundo turno, o rival vence. A disputa vai para o STJD que marca uma nova disputa. O Ceará não vai a campo e o Fortaleza é confirmado como campeão de 2004. Na Série B, o Fortaleza demonstra força, raça, garra e sem demonstrar cansaço, consegue acesso a Série A. Na partida decisiva, o Fortaleza precisava vencer o Avaí no Castelão por 2 gols de diferença e torcer para que o Bahia (que jogava em casa), não vencesse o Brasiliense. O Bahia perdeu de 3×2 e o Fortaleza conseguiu o placar que lhe interessava com gols de Marcelo Lopes e Ronaldo Angelim. Este último se tornou um dos maiores ídolos da torcida Tricolor.

  • O Fortaleza venceu o Ferroviário por 2 a 1, na final do 2º turno, e sagrou-se Campeão-arrastão do Estadual 2003. O gol do título saiu dos pés de Fabrício, aos 21 minutos do 2º tempo. O Tricolor terminou o campeonato com uma campanha excepcional. Foram 16 vitórias e somente uma derrota em 22 partidas, com 53 gols pró (média de 2,4 por partida) e 16 contra. Aos 43 minutos do 1º tempo, o árbitro Manuel Moita marcou pênalti do zagueiro Édio sobre Clodoaldo. Na cobrança, o Baixinho do Pici deslocou o goleiro Zezinho e abriu o placar. Na comemoração, Clodoaldo aderiu aos protestos anti-guerra e mostrou uma camisa com a frase “Paz no Mundo”. Aos 13 minutos do 2º tempo o Ferroviário conseguiu o empate. Em grande jogada, Gil Bala chutou de bicicleta no ângulo do goleiro Jéferson. Aos 17 minutos o técnico Luís Carlos Cruz retirou a atacante Calmón, que não vinha repetindo as últimas atuações, e colocou Fabrício. E logo Fabrício viria a marcar o gol do título. Quatro minutos depois de entrar, o jogador aproveitou jogada de Wendell pela esquerda e marcou o gol que deu o título Cearense ao Fortaleza. Clodoaldo terminou como artilheiro do campeonato. O Baixinho marcou 19 gols, cinco a mais que o vice, Paloma, do Limoeiro.

  • Em campanha fantástica na Série B, o time do Fortaleza liderado por Vinicius, Clodoaldo e companhia conseguiu a vaga no Campeonato Brasileiro da Série A, em 2002.

  • Arrastão. Essa palavra resume o que o Fortaleza fez com seus adversários. Não deu chance pra ninguém, mesmo tendo perdido o professor Ferdinando Teixeira. Zaluar chegou, e depois de poucos contra tempos organizou o time. Na final, 3×1, ocorrido a 8 de julho, quando o Tricolor de Aço consolidou-se como o único e verdadeiro Parque dos Campeonatos. Foi também a décima sexta partida sem conhecer o que é derrota contra o Ceará. Formamos com: Maizena; Erandir, Mario César e Angelim; Chiquinho, Pires, Frasson, Claudinho (Dude) e Reginaldo (Carlinhos); Vinicius (Bechara) e Clodoaldo. O artilheiro foi Clodoaldo, com 16 gols. Fomos bicampeões Arrastão, e ficamos mais de dois anos sem perder para o Ceará.

  • Ano inesquecível para a torcida Tricolor, pois foi o fim de sete anos de sofrimento. O ano começou dando a impressão que o sofrimento ia continuar. Perdemos a semifinal do turno para o Juazeiro, para um PV lotado, como a tempos não se via. No segundo turno, com a chegada de Ferdinando Teixeira, tudo mudou. Ganhamos o turno para mais de 30 mil pessoas no PV, contra o Itapipoca. Esse campeonato também teve a primeira final de cearense realizada no interior do estado. Ocorreu em Sobral, no dia 16 de julho, em um jogo emocionante, onde Daniel Frasson fez o gol “papapenta”, aos 36 mintos do segundo tempo, empatando o jogo em 1×1, nos dando o título. Na final, o Leão formou com: Maizena; Ronald (Jaime), Junior, Denilson (Carlinhos) e Ivan; Dude, Pires (Rogers), Frasson e Bechara; Vinicius e Eron. Nesse mesmo campeonato, consolidaram-se ídolos da torcida, como Clodoaldo, Maizena, Frasson, Bechara e o técnico Ferdinando Teixeira.

  • O ano de 1992 ainda é uma vergonha para o futebol cearense. Vencemos o campeonato no campo, mas um grande imbróglio envolvendo as dirigentes do futebol cearense garantiu mais 3 “campeões”. O artilheiro baiano Osmar foi o grande trunfo Tricolor, com 17 gols. Uma semana antes da final, a vantagem era do Ceará. O Leão fez 2×0 e garantiu o direito do empate. A final, dia 6 de dezembro, foi um jogo emocionante, para um público de 31 mil pagantes. Osmar fez nosso gol aos 4 minutos do segundo tempo, com Sérgio Alves empatando para o Ceará. Bicampeonato no campo e o resto é “conversa pra boi dormir”. Posteriormente, uma decisão do STJD (relativo a condição de jogo do atleta Fernando) deu o título do 1º turno para o Tiradentes, contrariando o entendimento da FCF e do tribunal local. O campeonato deveria ser decidido entre o Tiradentes (1º turno), Ceará (2º turno), Fortaleza (3º turno), mais o clube com melhor campanha fora os vencedores de turno (Icasa). O Fortaleza não aceitou participar desta decisão e entrou na justiça comum. Diante o impasse, um acordo esdrúxulo entre a FCF e os 4 clubes, tornou todos os quatro clubes campeões. O Leão formou, no jogo final, com: Claudecir; Expedito, Sérgio Odilon, Argeu e Albéris; Da Silva, Eliézer e Josué (China); Osmar, Marcelo Henrique (Tangerina) e Nando. Técnico: César Moraes.

  • Um grande campeonato, onde ocorreu grandes jogos, principalmente grandes clássicos rei, como um 0x0, estreia de Mirandinha pelo Tricolor e Cláudio Adão pelo Ceará, que registrou o recorde de público em clássicos, 60 mil pagantes. Outro grande jogo, foi Fortaleza 4×2 Ceará, uma grande amostra da mística que percorre “aquelas camisas”. O Leão perdia por 2×0 até meados do segundo tempo, vários Tricolores deixavam o Castelão, quando Mirandinha aos 30 e Capivara aos 36 empataram o jogo. Na prorrogação, Mirandinha faz logo no começo e Valdir garantiu a vitória. A primeira partida da final foi 2×1 para o Ceará, em 8 de dezembro de 1991. Em 11 de dezembro, 0x0. E em 15 de dezembro, 1×1 e o título é nosso.

  • Novo empate em 0x0 contra o Ceará, e novo título, conquistado no dia 9 de agosto. O artilheiro foi Da Silva, com 19 gols.

  • Jogando pelo empate, o Fortaleza é campeão cearense ao empatar com o Ceará em 0x0, no dia 22 de dezembro.

  • Ano em que o Fortaleza montou um super time, dito por muitos como uma das maiores, senão a maior formação já montada por uma equipe cearense. Ano do inesquecível Luizinho das Arábias, artilheiro com 33 gols. A final aconteceu no dia 13 de novembro, contra o Ferroviário, vencida pelo Leão por 2×0. O Tricolor de Aço tinha: Salvino; Caetano, Pedro Basílio, Tadeu e Clésio; Serginho, Wescley e Assis Paraíba; Edson, Luizinho das Arábias e Marquinhos Carioca (antes Júlio César). Também vale nota a reinauguração do PV, depois de ampla reforma, ocorrida em 7 de setembro, na nossa vitória por 3×1 sobre o Calouros do Ar

  • Grande ano para o Tricolor, na gestão de Silvio Carlos, o Papa, que acabou com o jejum de 7 anos sem títulos. Fato hilariante ocorreu em certa final de turno, quando certo locutor alvinegro fazia a contagem regressiva para a conquista de seu time, quando Adílton, grande ídolo do Ceará na década de 70, manda pras redes e dá o turno para o Leão, apelido dado pelo presidente, inspirado na raça e determinação que envolvem a mística daquelas camisas. A final foi contra o Ferroviário, no dia 12 de dezembro, foi vencida pelo Leão por 4×0. Adílton, fez três gols e Ronner fez outro. O Leão formou com: Salvino; Alexandre, Pedro Basílio, Chagas e Clésio (Roner na final); Nelson, Assis Paraiba e Zé Eduardo; Adilton, Miltão (Beijoca) e Edmar.

  • Em 26 de março de 1975, na primeira final realizada no Castelão, o Fortaleza derrotou o Ceará por 3×1, sagrando-se bicampeão 1973-74. Foi o segundo estádio inaugurado com um título do Leão do Pici. Na época, o técnico Moésio revolucionou o esquema tático no Brasil, criando o quadrado de ouro, protegendo as subidas dos laterais. O Campeonato ficou marcado pelas 3 vitórias seguidas em apenas uma semana sobre o rival. 4×0, 1×0 e 3×1, sendo a última, a vitória do Bi. O artilheiro foi Beijoca, com 26 gols. O Tricolor de Aço formou com: Lulinha; Louro, Pedro Basílio, Osíris e Ronner; Chinezinho, Zé Carlos, Lucinho e Amilton Melo; Haroldo e Geraldino Saravá. Tecnico: Moésio Gomes. Esse também foi o ano de nossa primeira participação em campeonatos brasileiros. Nossa primeira partida no Nacional foi em 9 de março, em casa, vencendo o América Mineiro por 2×0, gols de Édson Carneiro e Francisco. O primeiro confronto contra o Ceará foi no mesmo ano, dia 23 de março. Terminou 1×1, com gol marcado por Beijoca. Terminamos na 16ª colocação, com 25 pontos. 9 vitórias, 7 empates e 8 derrotas.

  • No dia 8 de agosto de 1973, o Fortaleza vence o Ceará, por 1×0, na prorrogação. Gol de Amilton Melo, que valeu placa no PV, como a última das grandes decisões do estádio. O artilheiro foi Marciano, com 17 gols. O Tricolor tinha: Lulinha; Louro, Pedro Basílio, Queiroz e Bauer; Chinezinho e Lucinho; Hamilton Rocha, Amilton Melo, Marciano (Beijoca) e Silvinho. No dia 11 de novembro de 1973, inaugura-se o novo estádio Plácido de Aderaldo Castelo, o Castelão, com o empate em 0x0 entre Fortaleza x Ceará.

  • Campeões do Norte-Nordeste. No quadrangular final, vencemos a Tuna Luso por 2×1 e o Fast Clube-AM por 4×1, as duas partidas no PV. Empatamos fora contra essas equipes, 0x0 e 1×1, respectivamente. Contra o Sport, 0x0 em casa. No último jogo do quadrangular, em Recife, perdemos por 2×1, no dia 31 de janeiro de 1971. Como cada vitória valia apenas dois pontos, Fortaleza e Sport terminaram empatados em pontos. Com saldo de 4 gols positivos, contra 3 negativos do Sport, o Tricolor de Aço sagrou-se campeão do Norte-Nordeste de 1970. A base desse super time, Vice-campeão nacional, campeão cearense arrastão e campeão do Norte-Nordeste era: Mundinho; Willam, Zé Paulo, Renato e Carneiro; Frota e Joãozinho; Garrinchinha, Mozart, Erandir e Mimi.

  • Com um timaço, que passou 36 jogos invictos, o Fortaleza foi campeão cearense neste ano, vencendo os três turnos diretos. A final foi no dia 17 de agosto de 67, com Fortaleza vencendo o Ceará por 1×0 no PV. O artilheiro foi Erandir, com 15 gols.

  • Chegamos mais uma vez à final da Taça Brasil. Na primeira fase, eliminamos o Bahia, com 2×1 no PV, no playoff. Dessa vez, eliminamos o Náutico na semifinal. Em 24 de agosto de 69, vencemos por 2×1 em casa. Em 27 do mesmo mês, perdemos por 1×0 em Recife. No dia 29, em Recife, numa vitória histórica, vencemos o playoff por 1×0. Em 3 de setembro, enfrentamos o Botafogo no PV, e empatamos em 2×2, com nossos dois gols marcados por Lucinho. Em 4 de outubro, perdemos por 4×0 no Maracanã. Nosso time formou com: Mundinho; William, Zé Paulo, Renato, Luciano; Joãozinho, Luciano Frota; Garrinchinha, Lucinho, Erandir (Amorim), Mimi. Treinador: Gilvan Dias.

  • No dia 17 de dezembro, o Fortaleza vence o Ferroviário por 3×2 no PV, sagrando-se campeão. Croinha foi o artilheiro, com 12 gols.

  • Em 23 de novembro, jogando pelo empate, o Fortaleza empata em 1×1 com o Ceará, sagrando-se bicampeão 1964-65.

  • Em 14 de fevereiro, se encerra o campeonato cearense, com a vitória do Fortaleza sobre o Ceará, no PV, agora com capacidade aumentada, de 12 para 35 mil lugares.

  • Vice campeão nacional. Como campeão cearense, o Fortaleza adquiriu o direito de disputar a Taça Brasil, o primeiro campeonato nacional. E chegou longe. Nas semifinais da competição, venceu o Santa Cruz no PV por 2×1 e foi a final contra o poderoso Palmeiras de Julinho Botelho. Aqui, perdemos por 3×1. Lá, em 28 de dezembro, foi 8×2. Apesar do placar, o Tricolor de Aço chegou longe e mostrou a força do futebol alencarino. O artilheiro da competição foi o nosso Bececê, com 7 gols. Fomos bicampeões cearenses, 1959-60. Vencemos o ferroviário por 3×0, no dia 26 de fevereiro, no PV.

  • Em 29 de novembro, Fortaleza e Ceará empatam em 0x0 no PV. O resultado garantia o titulo para o Tricolor de Aço. O artilheiro foi Bececê, com 21 gols.

  • Carlos Rolim Filho comprou uma área de 30 mil metros quadrados, no Joquei Clube. No dia 21 de julho, é inaugurado o Estádio Alcides Santos, no Pici.

  • Em 25 de abril, o Fortaleza empata com o América, no Presidente Vargas (PV) e sagra-se bicampeão. O artilheiro mais uma vez foi Moésio Gomes, com 11 gols, se tornando tri-artilheiro (1952/53/54).

  • Fortaleza e Ferroviário mais uma vez fazem a final cearense. Em 28 de março, eles empataram em 0x0. Na prorrogação, 2×1 para o Fortaleza, campeão de 1953. O artilheiro da competição foi o inigualável Moésio Gomes, com 18 gols.

  • No dia 19 de março, o Fortaleza venceu o Ferroviário por 1×0 no Estádio Municipal. Como o Tricolor de Aço precisava vencer por uma diferença maior, houve uma prorrogação, que terminou empatada em 1×1. Por desistência do Ferroviário, o Fortaleza se sagrou campeão de 1949. O artilheiro foi Antonino, com 10 gols.

  • O cearense de 47 foi confuso. Fortaleza e Ferroviário terminaram o campeonato empatados na pontuação geral. Houve dois jogos extras. No primeiro, deu Fortaleza por 4×1. O segundo, dia 22 de fevereiro, no estádio Municipal (que depois seria conhecido como PV), estava empatado em 3×3, quando o Ferroviário abandonou a partida. Resultado: Fortaleza bicampeão 1946-47. Tínhamos: Juju; Saraiva e Airton; Sapenha, Deim e Natal; Aluísio, Carlinhos, França, Piolho e Antonino. O artilheiro novamente foi França, com 12 gols.

  • Ano de muitos acontecimentos para o Tricolor de Aço. Mudamos de nome. Por decreto presidencial, as palavras estrangeiras foram retiradas do nome do clube. De Fortaleza Sporting Club, passamos a ser Fortaleza Esporte Clube. Fomos campeões cearense, ao vencer, no dia 18 de agosto, o Luso por 8×1. Nosso time era formado por: Juju; Stênio e Zé Sergio; Jorge, Arrupiado e Vianinha; Carrim, Adalberto, França, Idalino e Piolho. O artilheiro foi França, com 11 gols. Também fomos, nesse ano, o primeiro campeão do Nordeste, em Natal, onde o atacante velocista Jombrega fraturou a perna. Vencemos o América de Natal na final.

  • Em 22 de janeiro de 1939, o já conhecido Tricolor de Aço vence o Maguari por 7×4, e sagra-se bicampeão cearense de futebol. Ano do artilheiro Mundico, com 28 gols.

  • No dia 15 de agosto de 1937 o Fortaleza vence o Ceará por 7×6, no campo do Prado, conquistando o campeonato cearense.

  • Em 25 de novembro do mesmo ano, o Fortaleza vence o América, no Campo do Prado, sagrando-se bicampeão. O artilheiro Bila também é bi. Bi-artilheiro, com 16 gols

  • Em 27 de agosto de 1933, no Campo do Prado, o Fortaleza vence o Ceará por 2×1 e é campeão. Ano do artilheiro Bila, o primeiro que se tem registro em nosso futebol. Ele fez 12 gols.

  • Ano do primeiro tricampeonato. No dia 26 de agosto de 1928, o Fortaleza vence o Maguari por 2×0 no Campo do Alagadiço.

  • Em 25 de junho, é inaugurado, no Benfica (Prado), o Stadium Sport Cearense, conhecido como campo do Prado. O campo já existia no local desde de 1913, onde hoje se encontra o IFCE. Na tarde do mesmo dia, foi disputado um torneio entre Fortaleza, Maguari, Guarani, Ceará, Fluminense, Nacional, Brasil e América. Também, no mesmo ano, é reinaugurado o Campo do Alagadiço, em 28 de agosto. No início de 1928, o Fortaleza sagra-se, pela terceira vez, bicampeão.

  • Encerra-se em 15 de agosto de 1926 o campeonato cearense, no Alagadiço, com mais um campeonato pro Fortaleza.

  • Em 15 de março de 1925, o Fortaleza vence o Ceará por 6×3, no Alagadiço, e sagra-se bicampeão cearense de futebol pela segunda vez. É também o primeiro campeão cearense invicto!

  • No dia 22 de abril de 1923 é inaugurado o Campo do Alagadiço, nas proximidades da Igreja de São Gerardo, na avenida Bezerra de Menezes. No Campo do Alagadiço, em janeiro de 1924, o Fortaleza vence o campeonato de 1923. É o primeiro estádio que o Tricolor inaugura com um título.

  • Ano do segundo titulo. O campeonato se encerra em 25 de dezembro. É o primeiro bicampeonato do Fortaleza Sporting Club.

  • Ano do primeiro campeonato cearense oficial de futebol, e do nosso primeiro título. Em 23 de março, é fundada a Associação Desportiva Cearense (ADC), da qual faziam parte Fortaleza, Ceará, Guarani e Bangu. A final do campeonato ocorre em 12 de dezembro, com a vitória do Fortaleza Sporting Club sobre o Guarani por 2×0, no Campo do Prado.

  • Várias versões envolvem a fundação do Fortaleza Esporte Clube. Na mais provável, o Fortaleza teria sido fundado em 1912, com o nome de Stella Foot-Ball Club. Mas tal time teve vida curtíssima, e em 18/10/1918 seria fundando, a partir dele, o Fortaleza Sporting Club, tendo como presidente Alcides Santos, que junto com Humberto Ribeiro, Walter Oslen, João Gentil, Brum Menescal, Oscar Ribeiro, Mário Petter e outros, transformou o Stella em Fortaleza, para homenagear a capital cearense. Nascia então o futuro Parque dos Campeonatos, na rua Barão do Rio Branco, entre Pedro Pereira e Pedro I.

Títulos
  • Futebol profissional
  • Categorias de base
  • Individuais em Competições Nacionais
  • Artilheiros do Campeonato Cearense
  • REGIONAIS

    Taça do Nordeste: 1

    1946

    Torneio Norte-Nordeste: 1

    1970

    ESTADUAIS

    Campeonato Cearense: 41

    1920 1921 1923 1924 1926 1927 1928 1933 1934 1937 1938 1946 1947 1949 1953 1954 1959 1960 1964 1965 1967 1969 1973 1974 1982 1983 1985 1987 1991 1992 2000 2001 2003 2004 2005 2007 2008 2009 2010 2015 2016
  • REGIONAIS

    Campeão da III Copa Alagoas Sub-20: 1

    2005
  • ídolos
  • jogadas-inesquecíveis
  • jogos-históricos